sábado, 10 de dezembro de 2016

Cemn Campos Eletromagnéticos concluiu na última semana as medições de campos elétricos e magnéticos de baixa frequência (60 Hz) gerados por subestação com tensão em 88 kV.
Tais medições foram realizadas para atendimento a portaria 80/SVMA/2005, pertencente ao Órgão Ambiental da prefeitura municipal de São Paulo, da qual estimula seus limites aceitos para exposição dos trabalhadores e da população em geral.




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medição de campos eletromagnéticos
Quão perigosa é a radiação de celulares e como você pode se proteger...

Nós acordamos com ele, nos comunicamos por meio dele e trabalhamos com ele. Às vezes, acordamos no meio da noite para consultá-lo. E se o perdemos ficamos sem saber o que fazer.
O mundo de hoje é inimaginável sem o telefone celular. Tanto é que muitos ficam obcecados pelo aparelho.
Mas, nos últimos anos, com o aumento dos casos de câncer - uma das principais causas de morte em todo o mundo - vêm crescendo as preocupações sobre as possíveis ligações entre os celulares e o risco de desenvolver tumores malignos.
"Nas últimas décadas foi realizado um grande número de pesquisas para analisar se as ondas de rádio frequência (RF) colocam em risco a nossa saúde", disse à BBC Emilie van Deventer, diretora do Programa de Radiação do Departamento de Saúde Pública, Meio Ambiente e Determinantes da Saúde da Organização Mundial da Saúde (OMS).
"À medida que mais ondas de RF têm aparecido em nossas vidas, a questão a ser resolvida é se existem efeitos adversos por parte de celulares, torres de telefonia ou conexões wi-fi a níveis de exposição ambiental."
Van Deventer diz que as pesquisas também tentam analisar problemas de fertilidade e hipersensibilidade.
Mas até agora, a resposta tem sido ambígua.
'Riscos Potenciais'

As ondas de RF dos celulares são "uma forma de energia eletromagnética que está entre ondas de rádio FM e as micro-ondas. E é uma forma de radiação não ionizante", explica em seu site a Sociedade Americana Contra o Câncer (ACS, na sigla em inglês).
De acordo com a organização, essas ondas "não são fortes o suficiente para causar câncer", porque, ao contrário dos tipos mais potentes de radiação (ionizantes), não podem quebrar ligações químicas no DNA.
Isso só aconteceria, eles explicam, em níveis "muito altos", tais como em fornos de micro-ondas.
No entanto, a questão está sendo revista. Emilie van Deventer - autora de cerca de 50 publicações científicas sobre radiações não ionizantes - diz que a OMS está investigando o tema novamente.
Embora faltem provas, é certo que há "potenciais riscos a longo prazo", especialmente relacionados a tumores na cabeça e pescoço, diz a especialista.
A ACS também aborda esta questão: "Quanto mais próximo estiver a antena (do celular) da cabeça, espera-se que maior seja a exposição da pessoa à energia de RF", adverte.
Taxa de absorção específica e outros sinais
Quando os tecidos do nosso organismo podem absorver essa energia, os especialistas chamam isso de "taxa de absorção específica" (ou SAR, na sigla em inglês).
Cada celular tem seu nível SAR que, em geral, pode ser encontrado no site do fabricante. Nos Estados Unidos, o nível máximo permitido é de 1,6 watts por quilograma (W/kg).
No entanto, a Comissão Federal de Comunicações (FCC) dos EUA, adverte que "comparar valores de SAR entre telefones pode causar confusão", porque essa informação é baseada no funcionamento do aparelho em sua potência mais elevada, e não o nível de exposição em uso normal.
Mas também há pesquisas que associam o uso do telefone celular com câncer de pele e câncer de testículo.
Para fazer essas análises, os pesquisadores usam dois tipos de estudos: de laboratório (com animais) e em pessoas (comparando as taxas de câncer).
O problema, explica Van Deventer, é que "muitos cânceres não são detectáveis até muitos anos após as interações que causaram o tumor, e como o uso de celular não foi popularizado até os anos 1990, estudos epidemiológicos só podem avaliar os cânceres que se fizeram evidentes em períodos de tempo mais curtos".
Até agora, o maior estudo já realizado é o Interphone, uma investigação em grande escala que foi coordenado pela OMS por meio de sua Agência Internacional para Pesquisa sobre o Câncer (IARC, na sigla em inglês), na qual os dados de 13 países, incluindo Reino Unido, Austrália, Japão e Canadá foram analisados.
O estudo analisou o uso de celular em mais de 5.000 pessoas com tumores cerebrais e em um grupo similar de pessoas sem tumores.
"Nenhuma ligação foi encontrada entre o desenvolvimento de gliomas e meningiomas (tumores cerebrais) e o uso de telefones celulares por mais de 10 anos", diz Van Deventer.
"Mas há indicações de um possível risco de gliomas entre os 10% das pessoas que disseram ter usado seus telefones com mais frequência, embora os pesquisadores concluíssem que erros retiraram força destes resultados", acrescentou o especialista.
No final, IARC classificou as radiofrequências eletromagnéticas como "possíveis cancerígenos para os seres humanos", uma categoria "utilizada quando a relação causal é considerada confiável, mas as oportunidades, distorções ou confusões não podem ser razoavelmente geridos", diz Van Deventer.
Essas limitações têm a ver com a nossa dificuldade em lembrar quantas vezes usamos o telefone durante uma década e também com a mudança de uso do celular ao longo do tempo, e as complicações no estudo de cânceres cerebrais.
Mas a questão permanece sobre a mesa (e no laboratório) de cientistas de todo o mundo.
A OMS espera publicar, até ao final de 2017, uma "avaliação de risco formal" sobre esta questão, conta Van Deventer.
Também é preocupante a vulnerabilidade especial das crianças, porque seus sistemas nervosos ainda estão em formação.
Já se realizou um estudo em grande escala sobre o assunto e há outro em curso na Austrália, cujos resultados serão publicados em breve.
Medidas de prevenção
Enquanto isso, alguns dizem que é melhor prevenir do que remediar.
Nesse sentido, Van Deventer recomenda o seguinte:
- Usar fones de ouvido ou deixar o celular no viva-voz, para mantê-lo longe de sua cabeça
- Limitar o número e a duração das chamadas
- Usar o telefone em áreas de boa recepção, pois isso faz com que o celular transmita com uma potência de saída reduzida
A Sociedade Americana do Câncer recomenda enviar mais mensagens do que ligar e limitar o uso do celular. Outra opção é escolher um telefone com um valor de SAR reduzido (menos níveis de ondas de RF).
Mas nem todas as prevenções são bem-vindas pela ciência.
"O uso de protetores de celular para absorver a energia de radiofrequência não se justifica e a eficácia de muitos dispositivos comercializados para reduzir a exposição não foi comprovada", diz Van Deventer.


medição de campos eletromagnéticos

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A CEMN concluiu o monitoramento de campos elétricos e magnéticos, de baixa frequência (60 Hz), em subestação de classe 34,5/138 kV, pertencente a Parque Eólico, localizado na cidade de Parazinho - RN, para atendimento a Resolução ANEEL 398/2010 e suas respectivas alterações.
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medição de campos eletromagnéticos
A CEMN concluiu o monitoramento de campos elétricos e magnéticos, de baixa frequência (60 Hz), em subestação de classe 34,5/138 kV, pertencente a Parque Eólico, localizado na cidade de João Câmara - RN, para atendimento a Resolução ANEEL 398/2010 e suas respectivas alterações.
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 medição de campos eletromagnéticos, campos eletromagnéticos



A CEMN concluiu o monitoramento de campos elétricos e magnéticos, de baixa frequência (60 Hz), em subestação de classe 34,5/138/230 kV e Linhas de Transmissão 230 kV, pertencente a Parque Eólico, localizado na cidade de Gentio do Ouro - BA, para atendimento a Resolução ANEEL 398/2010 e suas respectivas alterações.



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sexta-feira, 5 de agosto de 2016

Estudo de Campos Elétricos e Magnéticos em Projeto de Linha de Transmissão Subterranêa


A Cemn Campos Eletromagnéticos concluiu essa semana o estudo dos campos elétricos e campos magnéticos de baixa frequência (60 Hz), gerados pela linha de transmissão de energia elétrica Uberaba - Capanema, localizada na cidade de Curitiba.
Tal estudo foi realizando para atendimento das condicionantes ambientais locais, devido a instalação estar sendo modificada de aérea para ser subterrânea, o que é algo novo e inovador no Brasil, pois são poucas instalações que apresentam essa característica.
A empresa vem se diferenciando no mercado atual pela grande competência e conhecimento em qualquer tipo de instalação elétrica presente no momento.


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terça-feira, 26 de julho de 2016

Medição de Campos Elétricos e Magnéticos - SE 88 kV

CEMN Campos Eletromagnéticos concluiu na última semana as medições de campos elétricos e  campos magnéticos de baixa frequência (60 Hz) gerados por subestação com tensão em 88 kV.
Tais medições foram realizadas para atendimento a portaria 80/SVMA/2005, pertencente ao Órgão Ambiental da prefeitura municipal de São Paulo, da qual estimula seus limites aceitos para exposição dos trabalhadores e da população em geral.
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quarta-feira, 27 de abril de 2016

CEMN Campos Eletromagnéticos - Um Raio pode Derrubar um Avião

Um Raio pode Derrubar um Avião ???

Ricardo L. Araújo, Artur R. Araújo

1           Resumo

Este artigo técnico discute a probabilidade de um avião ser derrubado por um raio, utilizando-se de dados técnicos e estatísticos confiáveis para o embasamento das informações apresentadas.

2           Introdução

A dúvida da maior parte dos passageiros e da imprensa sobre a possibilidade de uma aeronave ser derrubada por uma descarga atmosférica freqüentemente volta à tona, especialmente quando de um acidente sem causas claras como foi o caso do vôo AF447 que caiu no atlântico em junho de 2009 vitimando 228 pessoas.
Nesta situação uma série de pseudo-especialistas de última hora promovidos pela mídia levam à população uma grande quantidade de dados, por vezes conflitantes e inconsistentes. Neste artigo são apresentadas considerações técnicas para as principais informações apresentadas neste tipo de situação.

2.1         Estudos Sobre Raios e Aeronaves

A Nasa (Agência Espacial Americana) realizou na década de 80 um grande trabalho de investigação sobre os efeitos de descargas atmosféricas e seu impacto sobre aeronaves em vôo. Tal estudo intitulado Storm Hazards Lightning Research fez uso de uma aeronave militar devidamente modificada, modelo F-106 que fez 1496 incursões em células de tempestade, sendo atingido por descargas atmosféricas 714 vezes sem demonstrar quaisquer problemas técnicos.

O estudo feito pela Nasa foi de suma importância técnica e científica, tendo promovido uma série de mudanças na indústria aeronáutica, tanto em termos de construção e projeto de aeronaves quanto na realização de testes nas mesmas.


Figura 1- Aeronave atingida por raio (foto Nasa)


Figura 2- Aeronave F-106B (foto Nasa)

Inegavelmente este trabalho foi responsável pela proteção de milhões de passageiros que viajam anualmente em todas as partes do mundo. Porém, deve-se ressaltar que seus dados não são totalmente aplicáveis à aviação comercial atual devido a aspectos geométricos da aeronave utilizada no estudo, ao fato da mesma ser totalmente metálica e especialmente por se tratar de um caça militar construído com requisitos de compatibilidade eletromagnética diferentes dos aviões comerciais. Existe, portanto, uma incerteza associada aos resultados obtidos.
Sendo assim a informação de que um avião comercial não pode ser derrubado por um raio não encontra certeza absoluta no estudo conduzido pela NASA e sim uma probabilidade.

1.1         Estatística Atualizada

Nos Estados Unidos a Agência de Segurança nos Transportes (NTSB) informa que nos últimos 40 anos nenhum acidente aeronáutico foi creditado à ocorrência de raios.  A última queda de um avião (Estados Unidos) causada comprovadamente por raio ocorreu em 1963 quando o combustível existente nos tanque de um Boeing 707 da empresa Pan American  entrou em combustão devido ao centelhamento ocasionado pela descarga atmosférica que o atingiu.
Uma estatística atualizada com dados mundiais sobre quedas de aviões devido a raios é apresentada na Tabela 1 (Fonte: Planecrashinfo.com)

Tabela 1 - Acidentes aeronáuticos atribuídos a raios
Data
Local
Operador
07/22/1938
Stulpica, Romania
LOT
08/31/1940
Lovettsville, Virginia
Penn Central AL
01/17/1951
Civitavecchia, Italy
Alitalia
06/26/1959
Varese, Italy
Trans World AL
08/29/1960
Dakar, Senegal
Air France
07/19/1961
Brazil
Aerolineas Argentinas
12/19/1962
Warsaw, Poland
LOT
08/12/1963
Lyon, France
Air Inter
12/08/1963
Elkton, Maryland
Pan American AW
12/24/1971
Puerto Inca, Peru
Lineas Aereas Nac.
05/09/1976
Madrid, Spain
Iran Air Force
05/09/1980
Montelimar, France
Kuwait Air Force
02/08/1988
Mulheim, Germany
NFD
06/22/2000
Shitai, China
Wuhan AL

Durante a cobertura do acidente com o vôo AF447 a imprensa divulgou amplamente que o último acidente envolvendo aviões e raios foi o da Pan American em 1963 (na verdade foi o último em território americano).
Como pode ser constatado na Tabela 1, outros eventos foram registrados desde então devido à incidência de descarga atmosférica em aeronaves, ou seja, a informação acima por si só já responde à pergunta feita no título deste artigo técnico: Sim, uma descarga atmosférica pode causar a queda de uma aeronave e não só pode como o vem fazendo desde o início da aviação.
Após o acidente com o AF447 diversos pseudo-especialistas listaram motivos pelos quais um raio não possui probabilidade de derrubar uma aeronave, dentre as mais interessantes duas foram separadas para serem discutidas neste artigo:

a)      O avião é uma Gaiola de Faraday, portando, tudo em seu interior está blindado contra os efeitos da corrente elétrica da descarga atmosférica e dos campos eletromagnéticos por ela gerados;
b)      Todos os sistemas eletrônicos de uma aeronave foram submetidos a testes em laboratório, portanto, estão imunes aos efeitos de possíveis interferências eletromagnéticas resultantes das descargas atmosféricas.

Um dado importante é que a estatística da NTSB leva em consideração apenas aviões de companhias aéreas deixando de fora o restante das aeronaves: privadas, militares, táxi aéreo e outras.

1.1         A Gaiola de Faraday

Uma Gaiola de Faraday é um espaço envolvido por uma pele metálica. Como exemplo, um veículo pode ser considerado uma Gaiola de Faraday, sendo inclusive citado na literatura técnica como um bom lugar de abrigo durante uma tempestade. A corrente da descarga atmosférica, caso o veículo seja atingido, irá circular com segurança pela parte externa da carroceria mantendo os ocupantes em segurança, sem riscos de choques elétricos. Experiências de laboratório são mostradas em alguns museus ao redor do mundo mostrando a eficiência da Gaiola de Faraday na proteção dos ocupantes de veículos atingidos por descargas atmosféricas.

Na prática existe segurança total? Provavelmente não, devido aos seguintes aspectos:

·         O veículo ou uma aeronave não são Gaiolas de Faraday perfeitas, pois possuem pontos encaixados, colados, soldados ou rebitados que permitem o surgimento de diferenças de potencial elétrico (tensões) na superfície metálica. Diferenças estas que podem ser transferidas para o interior do invólucro;
·   Geralmente não são levados em consideração os efeitos térmicos e aspectos de interferência eletromagnética quando se considera um veículo ou aeronave como sendo uma Gaiola de Faraday.

Com base nas duas informações acima deve-se corrigir o senso comum, ou seja, veículos e aeronaves são apenas o esboço de uma Gaiola de Faraday com diversas limitações.
No caso de veículos, o efeito térmico de uma descarga pode ser catastrófico. No local de incidência na lataria pode ocorrer uma grande elevação da temperatura, levando as partes plásticas internas a serem vaporizadas liberando gases tóxicos com uma grande velocidade. Ou seja, os ocupantes podem não serem afetados por choques elétricos, porém, podem ser afetados pelos efeitos dos gases.
No caso de uma aeronave que não é em absoluto uma Gaiola de Faraday perfeita, grandes diferenças de potencial elétrico podem surgir entre diferentes pontos quando a mesma é atingida por uma descarga atmosférica, o que pode resultar em faíscas com energia suficiente para levar os gases combustíveis dos tanques a uma ignição. Tal possibilidade é potencializada pelo fato dos tanques estarem situados geralmente nas asas de aviões comerciais, ocupando grandes áreas das mesmas.
Pode ainda ocorrer uma interferência eletromagnética resultante de descargas atmosféricas durante fases críticas do vôo como o pouso ou decolagem, neste caso equipamentos sensíveis podem ser afetados levando a incidentes.
Um aspecto interessante é que a proteção será eficiente caso a descarga entre e saia da aeronave pelo metal da fuselagem. Pode ocorrer da descarga atingir outras partes salientes da aeronave como lâmpadas de sinalização e especialmente as antenas de comunicação e navegação, neste caso, a corrente irá fluir para o sistema elétrico interno podendo causar uma catástrofe.
Outro ponto a ser considerado com muita atenção é que a nova geração de grandes aviões de passageiros atualmente em desenvolvimento é construída em grande parte por compostos não metálicos como a fibra de carbono. Neste caso a proteção de uma Gaiola de Faraday é feita através da aplicação de um tecido metálico no interior do material composto. Obviamente do ponto de vista eletromagnético esta solução é inferior à proteção proporcionada pelo alumínio na tecnologia atual de construção.
Existem relatos freqüentes por parte de pilotos e pessoal de manutenção de companhias aéreas sobre a queima de fusíveis de proteção durante a ocorrência de descargas atmosféricas próximas ou sobre aeronaves. Este fato corrobora com a afirmação de que a fuselagem de um avião não é uma Gaiola de Faraday perfeita.

1.2         A Questão dos Ensaios

Os equipamentos e sistemas eletrônicos de um avião são extremamente robustos do ponto de vista da imunidade a eventos eletromagnéticos.
Os ensaios a que estes equipamentos são submetidos baseiam-se em dados estatísticos sobre a intensidade e duração de descargas atmosféricas típicas, porém, no mundo prático podem ocorrer descargas e eventos fora das curvas estatísticas e com variáreis não produzidas em laboratório durante os testes.
Este fato permite se afirmar que os equipamentos embora robustos não são 100 %  imunes a todos os eventos eletromagnéticos a que uma aeronave pode ser submetida.

2           Concluões

Este artigo técnico não tem como intenção levar medo a passageiros de vôos comerciais. Como as estatísticas provam, o avião é o meio mais seguro de se viajar, além disto acidentes relacionados a raios são extremamente raros, em geral todo avião comercial no mundo é atingido por ao menos 1 raio por ano com efeitos praticamente nulos. A principal finalidade deste trabalho é discutir aspectos técnicos relacionados à afirmação feita na mídia de que um raio não pode derrubar uma aeronave.
Conforme apresentado fica clara que a resposta correta para a questão é: um raio pode sim derrubar um avião, porém tal fato é extremamente improvável (conforme provas estatísticas).

Medidas práticas tornam a probabilidade ainda mais reduzida:

a)      Aeronaves comerciais em vôo evitam transpor grandes células de tempestade;
b)      Em geral aeronaves comerciais não decolam durante tempestades com raios sobre ou nas proximidades de aeroportos;
c)      Os equipamentos utilizados em aviação são de extrema robustez;
d)     A fiação elétrica original dos aviões é blindada.

Por fim deve-se ressaltar que a baixa probabilidade não se aplica a modalidades de aviação como a militar, privada, de carga ou experimental.

3           Referências bibliográficas

[1] TOOLEY, Mike; WYATT, David. Aircraft Electrical and Electronic Systems. Elserier,1ed., Grã Bretanha, 2009.

[2] SPITZER, Cary R. The Avionics Handbook. CRC PRESS LCT,1ed., Estados Unidos, 2001.

[3] HORVÁTH, Tibor. Understanding Lightning and Lightning Protection. John Wiley & Sons,1ed., Grã Bretanha, 2006.

[4] PYWELL, Mike. Military Aircraft Combat the Electromagnetic Environment. Electronics Systems and Software, pp.35-pp.39, 2003.

[5] NANEVICZ, Joseph e outros. EMP Susceptibility Insights from Aircraft Exposure to Lightning. IEEE Transactions on Electromagnetic Compatibility, vol. 30, no 4, pp.463-pp.472, novembro de 1988.

quarta-feira, 30 de março de 2016

CEMN - Medição de Campos Eletromagnéticos

A CEMN Medição de Campos Eletromagnéticos concluiu as medições de campo elétrico e campo magnético de baixa frequência (60 Hz) em linha de transmissão de energia elétrica localizada na cidade Curitiba - PR.
Tais medições foram solicitadas para atendimento a resolução ANEEL 616/2014 e lei federal 11.934 .







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quinta-feira, 17 de março de 2016

CEMN - Medição de Campos Eletromagnéticos

A CEMN Medição de Campos Eletromagnéticos é uma empresa brasileira especializada em medições de campo elétrico e magnético em (60 Hz), tendo disponibilidade para realizar tais medições em qualquer ponto do pais,





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quarta-feira, 16 de março de 2016

CEMN - Medição de Campos Eletromagnéticos

Serviços na Área de Campos Eletromagnéticos

A CEMN  está preparada para a medição de campos eletromagnéticos gerados por linhas de
transmissão e distribuição de energia, subestações, fábricas e estações de telecomunicações além da 
simulação computacional e estudos de cunho especial.
Nossos trabalhos são realizados com isenção e agilidade, utilizando equipamentos modernos e
devidamente calibrados, técnicas apuradas e disponibilidade para atuação em qualquer segmento ou 
local do território nacional.

Campos de Baixa Freqüência, Rádio Interferência e Ruído Audível em Linhas de Transmissão,
Usinas e Subestações.

  • Pacote completo de ensaios para a verificação do atendimento dos requisitos estabelecidos pela ANEEL no Manual de Fiscalização da Transmissão. As medidas realizadas são: Campo Elétrico, Campo Magnético, Rádio Interferência e Ruído Audível;
  • Atendimento completo dos requisitos da Resolução Normativa 398/2010 complementada pela Resolução Normativa 616/2014 da ANEEL;
  • Medição de campo elétrico e magnético em conformidade com a norma ABNT NBR 15415 (Métodos de medição e níveis de referência para a exposição a campos elétricos e magnéticos na freqüência de 50 Hz e 60 Hz) e com a norma IEEE Std 644-1994 (IEEE Standard Procedures for Mearurement of Power Frequency Electric and Magnetic Fields From AC Power Lines);
  • Determinação da rádio interferência de acordo com a norma NBR 7876 (Linhas e equipamentos de alta tensão;
  • Medição de rádio interferência na faixa de 0,15 a 30 MHz) e com a norma ANSI/IEEE 430-1986 (IEEE Standard Procedures for the Measurement of Radio Noise from Overhead Power Lines and Substations);
  • Determinação do ruído audível em conformidade com a norma ABNT NBR 10151 (Avaliação do ruído em áreas habitadas, visando o conforto da comunidade);
  • Experiência em linhas com tensões de até 525 kV;
  • Medição de campo elétrico e magnético entre 1 Hz e 1 MHz;
  • Uso do único equipamento do Brasil com GPS incorporado que permite medições precisas e mais ágeis.

Laudos Radiométricos Medidos para Estações de Telefonia Celular (ERBs) e Estações de
Telecomunicações.


  • Medição de campo eletromagnético entre 100 kHZ e 8 GHz;
  • Comparação dos resultados medidos com limites internacionais sugeridos pela Organização Mundial de Saúde ou legislações municipais específicas;
  • Medição adicional de ruído audível conforme a norma ABNT NBR 10.151;
  • Experiência acumulada em mais de 3000 laudos emitidos.

Segurança do Trabalho

  • Medição de campos eletromagnéticos e densidade de potência para fins de segurança do trabalho em alta ou baixa freqüência;
  • Registro de exposição em trabalhadores através de medidor portátil preso ao corpo;
  • Comparação dos resultados com as recomendações da Organização Mundial da Saúde ou legislação específica;
  • Investigação da emissividade eletromagnética de processos industriais;
  • Coleta de dados de exposição ao longo da jornada de trabalho (logger).
                                                                        

Simulação de Campos Eletromagnéticos

  • Simulação de campo elétrico e magnético em baixa freqüência e rádio-interferência para a previsão do comportamento de linhas de transmissão e distribuição de energia ainda em fase de projeto ou construção;
  • Atendimento completo dos requisitos da Resolução Normativa 398/2010 complementada pela Resolução Normativa 616/2014 da ANEEL;
  • Análise do impacto da implantação de novos circuitos ou retrofit de linhas de transmissão e de distribuição nos níveis de campos eletromagnéticos;
  • Utilização de modelos matemáticos consolidados e validados;
  • Além das simulações de campos de baixa freqüência, a CEMN Medição de Campos Eletromagnéticos encontra-se habilitada para a realização de cálculos de irradiação eletromagnética em estações de telecomunicações e para a emissão de laudos radiométricos teóricos em conformidade com a resolução 303 da Anatel.

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segunda-feira, 14 de março de 2016

CEMN CAMPOS ELETROMAGNÉTICOS



A CEMN CAMPOS ELETROMAGNÉTICOS está preparada para a medição e cálculo de campo elétrico e magnético em linhas de transmissão, usinas e subestações em conformidade com os requisitos das Resoluções Normativas ANEEL 398/2010 e 616/2014.
  • Medição do campo elétrico e magnético em usinas, linhas de transmissão, subestações e ambientes industriais em 60 Hz, 50 Hz e corrente contínua;
  • Simulação / cálculo do campo elétrico e magnético com possibilidade de simulações tridimensionais;
  • Elaboração do relatório técnico de medição ou cálculo em .PDF e no formato .XML;
  • Elaboração de relatórios de conformidade/adequação em conjunto com estudos que embasam estes documentos;
  • Orientação para a obtenção de senha no sistema Duto da ANEEL;
  • Orientação para o envio dos relatórios à ANEEL;
  • Utilização de equipamentos calibrados no exterior e constantemente monitorados no laboratório próprio da CEMN no período "entre calibrações";
  • Medição tri-axial do campo elétrico e magnético fornecendo como resultado das medições o valor do vetor resultante das grandezas medidas;
  • Medição do valor true rms do campo elétrico e magnético;
  • Uso de filtros de medição que levam em consideração eventuais distorções harmônicas no sistema sob monitoramento;
  • Experiência de mais de 600 instalações medidas em tensões de até 525 kV;
  • Possibilidade de medição em qualquer ponto do país;
  • Medição de campo elétrico e campo magnético em conformidade com a norma ABNT NBR 15415 (Métodos de medição e níveis de referência para a exposição a campos elétricos e magnéticos na frequência de 50 Hz e 60 Hz) e com a norma IEEE Std 644-1994 (IEEE Standard Procedures for Mearurement of Power Frequency Electric and Magnetic Fields From AC Power Lines).



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